Sirano&Sorrindo

Brilhar como uma estrela, não como um vagalume.
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sábado, 17 de abril de 2010

Rafael


Bom, eu acho que tenho uma pequena queda por coisa impossíveis e platônicas. É, eu sempre quero oque eu não posso ter, e sempre tenho oque eu não quero ter. E assim aconteceu,numa noite qualquer do dia três de setembro de dois mil e oito. É, já se passou mais de um ano e meio que nós insistimos nessa história cômica e dramática. Em meio a muitas -muitas mesmo- brigas,choros,telefonemas,depoimentos,fotos e conversas estamos aqui,eu e você,insistindo nisso. Eu mesma antes de te conhecer me fazia mil promessas, que nunca iria fazer oque eu faço agora, que era impossível amar tanto alguém tão distante. Mas agente ás vezes se engana. E não se engana com o mundo, se engana com sí próprio, com as mentiras que conta e tenta fazer com que nós mesmos acreditemos. Em meio a mentiras,talvez, e concerteza muitas verdades que contruimos juntos, estamos aqui até hoje. Eu nunca vou deixar de brigar contigo,nem nunca vou deixar de te chamar de abestado, sabe porque? Porque quando isso não existe, eu sinto falta. E sinto falta de uma forma que nem eu mesma quero acreditar, nem eu mesma posso sentir. Vai além de mim. Vai além dos meus medos, além das minhas esperanças frustadas. E quantas noites eu fui dormir com ódio de ti? E quantas vezes eu senti tua falta? E quantas vezes você esteve comigo? E quantas vezes eu disse que te amo? Foram muitas,e muitas mesmo. Mas sabe, eu não me arrependo de nada. Eu acho que pra ser de verdade, tem que amar de verdade,tem que brigar de verdade, tem que AMAR de verdade. Não sei como eu te aguento,sério, porque eu já perdi as contas de quantas vezes tu disse que era chata, e que eu não tinha coração. Lembra quando tu disse que eu não tinha coração? KKKKKK. É, agente já teve brigas sérias,né? Mas que, graças a Deus, se resolveram logo, e se resolveram da melhor forma. Pois é, caipira, não vou escrever mais nada se não tu vai ficar se achando muito, isso é só pra gente fazer as pazes mesmo,não se acostume.

Eu te amo.




- maría cavalcanti.

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