Sete dias. É o tempo bastante para tudo se repetir novamente; mesmas discursões,mesmas caras,mesmos dias,mesma vida. Sempre, a mesma. Tenho certeza que já falei alguma vez sobre essas repetições diárias, mas nunca custa ressaltar novamente, já que tudo realmente gira em torno das mesmas coisas. Eu sou um briga. Eu sou uma flatulência pra mim mesma, eu ainda não descobri como tem gente que sabe conviver comigo. Eu sou arrogante,eu sou mais dura que uma pedra,dizem até por aí não vêem sentimentos em mim. Eu sou uma confusão. Penso de mais,falo de mais, falo sozinha, quando deveria falar para alguém, alguém que por sinal poderia ter resolvido todas essas confusões, mais que (in)felizmente acabou se tornando só mais um jogador frustado do meu jogo invensível. Ninguém nunca conseguiu chegar ao final. E não chega, porque talvez não exista o final; talvez seja uma inalcansável batalha que só cria mais dificuldade com o tempo,que foi munuciosamente cauculada para não deixar vencedores,que intimida os mais fortes, que ensina os que achavam que sabiam de mais. Eu com ceretza não sou oque você espera. A maioria das pessoas também não é oque as outras esperam,são depositadas muitas expectativas,muitos palpites,detalhes minúsculos do que não podem se medir. Mas a verdade mesmo é que ninguém nunca é exatamente oque deveria ser, não pelomenos pra alguém, sempre tem algum erro. Surge então a frase da minha vida,meu unico consolo; "Ninguém é perfeito." Eu só quero oque não é pode ser meu. Eu só gosto do complicado,do errado,do vazio. Não entendo essa minha necessidade de tocar a campainha quando eu sei que não tem ninguém em casa. Eu sou do tipo que infelizmente só aprende depois que quebra a cara (literalmente). As minhas confusões,só atraem mais confusões ainda,eu espero estar enganada. De novo.
María Cavalcanti-

Somos duas.
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